Equipa

Nélio Fidalgo Global Flight School Institutional Portrait

Nélio Fidalgo

Presidente

Nasci na cidade de Faro, no Algarve e, quando era criança passava as férias de verão na praia da ilha de Faro, de onde era possível ver os movimentos do aeroporto localizado ao lado. Naquela altura, ainda existia o Aeroclube de Faro e era frequente avistar pequenas aeronaves a voar ao longo da praia, as quais contrastavam com os grandes aviões de carreira, que descolavam e aterravam no mesmo aeroporto.

Foi assim que surgiu o meu sonho por voar.

Porém, quando alcancei idade para poder obter a Licença de Piloto, não dispunha dos meios financeiros necessários. Assim, continuei os meus estudos, tendo acabado o liceu e seguido para a universidade, onde me licenciei em engenharia mecânica. Comecei então a trabalhar mas o meu sonho manteve-se sempre vivo.

Passaram os anos e a oportunidade de fazer o curso de piloto no Algarve desapareceu. Fui evoluindo na minha carreira profissional, com várias mudanças, até que, tive oportunidade de fazer o meu tão desejado curso de piloto profissional – ATPL – na recente formada escola de aviação GAir.

Esta oportunidade aumentou em mim o desejo de desenvolver uma carreira profissional na aviação.

Após terminar os exames teóricos junto da Autoridade Aeronáutica, fui convidado para fazer parte da administração da referida GAir. Aceitei o desafio e, comecei por assumir a responsabilidade pelo pelouro das operações. Mais tarde tornei-me o único responsável pela gestão da manutenção da frota, tendo liderado uma fantástica equipa de técnicos de manutenção. Em simultâneo, concluí a minha licença de piloto profissional.

Após a obter a Licença de Piloto Profissional, fui convidado para uma empresa de voos executivos, para o que fiz a minha qualificação tipo, na serie 525 da Cessna.

Trabalhei nesta empresa durante 1 ano, tendo voado intensamente para diversos aeroportos na Europa e Norte de Africa. Durante este período ganhei experiência de voar em aeronaves de turbina, descobrindo como é o voo em qualquer condição climatérica e, vivendo com o desafio de um aeroporto novo em cada voo. Foi nesta altura que decidi concorrer à TAP, tendo sido admitido. No entanto, a meio do percurso decidi desistir da vida de piloto de linha aérea. Foi uma decisão difícil, tomada a pensar na minha família mas, acima de tudo, pelo desafio de ocupar um lugar ao mais alto nível na administração das empresas da família, das quais a aviação continua a fazer parte. Assim, foi-me permitido não deixar de voar, tendo continuado a evoluir no meu percurso de piloto, como aconteceu no ano passado, em que obtive a minha licença de piloto acrobático.

Foi então que surgiu a oportunidade de criar uma escola de aviação com amigos, todos eles profissionais de excelência. Acreditei de imediato neste projeto pois, estamos todos empenhados na construção de uma escola de referência em Portugal.

Para mim, voar excede qualquer paixão! Todos os voos são um desafio e nunca deixo de lembrar como o meu sonho se tornou realidade.

Ricardo Freitas Global Flight School Institurional Portrait

Ricardo Freitas

Director de Instrução

Ricardo, tu és cofundador, membro do conselho de administração e responsável pelo treino da GFS | Global Flight School, qual a tua motivação para entrares neste projeto?

Eu acredito que este é o projeto certo com as pessoas certas. Há já muito tempo que sonhava poder iniciar um projeto deste tipo. Uma escola de aviação em que pudesse aplicar todo o conhecimento adquirido ao longo da minha vida.

Eu gosto mesmo do treino na aviação! Criar e desenvolver um projeto como este implica muito trabalho e empenho mas, como gosto do que faço – esta paixão está sempre comigo – este desafio é extraordinariamente motivador.

Qual é a sua experiência na aviação antes de entrar no treino de voo?

Quando tinha 20 anos entrei para a Força Aérea com o objetivo de ser piloto. Como, entretanto, não abriram vagas para o curso de Piloto, acabei por fazer um curso de técnico de manutenção, ao qual dediquei 2 anos. Apesar de terem sido bons tempos, e os conhecimentos adquiridos relevantes para a vida de piloto, este não era o meu objetivo.

Assim, deixei a Força Aérea para fazer o curso de Piloto de Linha aérea na escola de aviação AEROCONDOR em Tires. Para mim foi o início de tudo.

Porque é que te dedicaste ao treino quando há tanta oferta por parte das companhias aéreas com carreiras bem remuneradas?

De facto, muitas foram as oportunidades mas, primeiro, não gosto de viajar muito e em segundo, porque realmente gosto muito de ser instrutor – eu adoro voar mas também adoro ensinar. O ensino permite-me passar o meu conhecimento, a minha experiência e a minha visão aeronáutica para os outros, o que é muito recompensador e motivante, daí esta minha paixão. Descobri tudo isto há muitos anos e, tendo sido sempre bem remunerado, não havia porque não seguir esta carreira profissional.

O que é que gostas mais no voo?

Tudo! É voar – Eu Adoro!

Continuas apaixonado pela aeronáutica?

Completamente! E acho impossível que mude.

Karen Stemme Institurional GFS Portrait

Karen Stemme

Membro do Conselho de Administração

Desde pequena que vivo no meio dos aviões – o meu pai era piloto de planadores e, costumávamos passar os fins de semana de verão num pequeno campo de aviação. No Inverno também o acompanhava com gosto, na realização de trabalhos de manutenção no clube de aviação. Ainda hoje guardo boas memórias desses tempos.

A minha mãe não era uma grande amante do meu entusiasmo pela aeronáutica e conseguiu chamar a minha atenção para os cavalos, a minha segunda paixão até aos dias de hoje.

A licença de piloto de aviação permaneceu na minha lista de desejos durante muito tempo. Após o nascimento do meu segundo filho decidi então obtê-la. Ser O Piloto é muito melhor e mais estimulante, do que

simplesmente voar ao lado. Mais tarde, certifiquei-me como Piloto de Planadores e Moto-Planadores, tendo também obtido a qualificação de reboque de aeronaves.

Foi nessa altura que, decidi focar a minha carreira profissional na aeronáutica, mas não como piloto. Dediquei 13 anos da minha vida ao marketing e vendas de uma das mais fantásticas aeronaves jamais construídas, o STEMME S10-VT. Voar sem motor é diferente e ainda mais desafiante.

Passado este período, continuei no sector da aviação pois aí havia construído uma vasta rede de contactos e amigos. A Estrada da vida é imprevisível e trouxe-me até Portugal, onde fui convidada para iniciar este fantástico projeto com amigos de longa data – a Global Flight School.

Adoro o país e as pessoas, apenas a língua ainda me causa alguns pequenos constrangimentos, mas, felizmente, na aviação a língua é o inglês. Em Portugal podemos voar mais e melhor do que na Alemanha ou na maior parte da Europa, simplesmente porque o clima assim o permite.

O ano passado acrescentei uma nova paixão aeronáutica à minha vida, a acrobacia. Voar o avião de cabeça para baixo, ou em qualquer outra posição, com proficiência e de forma segura, é um desafio e muito divertido.

Voar enche-me de alegria, mais do que quaisquer palavras que o possam definir – pelo menos a mim!

Fernando Marinho Pereira

Membro do Conselho de Administração

Nasceu em Aveiro e ao longo da sua carreira aeronáutica acumulou mais de 16,000 horas de voo, tendo obtido a qualificação em mais de 60 aeronaves diferentes.

Foi admitido na Academia da Força Aérea, tendo obtido as Asas de Piloto Aviador após frequentar o curso “Undergraduate Pilot Training” na USAF. Durante a sua carreira na Força Aérea, voou Chipmunk, T-37, T-38, foi piloto operacional em FIAT G-9 e instrutor avançado e de combate em Alpha Jet. Ainda durante a sua permanência na Força Aérea fez parte da patrulha acrobática “Asas de Portugal”, tendo voado nas posições número 3 e número 5.

Após ter deixado a Força Aérea, tornou-se piloto de linha aérea aos comandos do Airbus A319/320/321 e A340, tendo em 2006 sido promovido a Comandante. Atualmente desempenha as funções de piloto Examinador (TRE) e Instrutor (TRI) em Airbus A319/320/321.

Em paralelo com a sua carreira de piloto de linha aérea, também é instrutor de aviação geral (FI), instrutor de voo em formação e piloto de acrobacia em diversas aeronaves, tais como Yaks, Pitts Specials, Extras, RV’s, etc. Também é piloto de corridas aéreas, tendo sido campeão em 2018 aos comandos do carismático Race 5 – “Golden Yak”.

Também costuma voar regularmente no mítico Antonov 2, uma aeronave de origem soviética, considerado o maior biplano monomotor do mundo. Sempre que pode também se dedica ao “bush flying”, usando nas suas aventuras um Aviat Husky e o PZL-101 (Yak 12).

É verdadeiramente apaixonado pela arte de voar, tendo dedicado grande parte da sua vida ao mundo das máquinas voadoras. A aventura, o desafio e a liberdade, são os principais adjetivos que usa para explicar essa sua enorme paixão.

Alberto Assolari

Membro do Conselho de Administração

Não há melhor forma de começar esta mensagem do que sentado num avião (infelizmente desta vez apenas como passageiro). Uma vez que está a ler estas palavras, julgo significar que está interessado em conhecer a nossa escola – Global Flight School – ou, simplesmente, com curiosidade sobre este projeto. Seja qual for o seu caso, obrigada por estar aqui.

O meu nome é Alberto, tenho 32 anos e sou italiano. Posso definir-me como um viciado pela aeronáutica e, por esta razão, é com muito empenho que integro a equipa fundadora da GFS.

Desde 2014 que voo em Dassault Falcon 2000 para empresas privadas, desfrutando de novos desafios em cada voo, com a certeza da cidade onde ia acordar mas, sempre sem a certeza da cidade onde iria terminar o meu dia.

Inicialmente, baseado em Lugano (Suiça), desfrutei de uma das mais desafiante e bonita aproximação aérea da Europa.

Aí fui promovido a Diretor de Operações de voo da empresa, passando também a ter a responsabilidade de toda a gestão das aeronaves.

Em 2017, aceitei o desfio para voar durante 4 meses na Austrália o Falcon 2000. Esta foi provavelmente uma das melhores aventuras aeronáuticas da minha vida.

Antes deste capítulo da minha vida profissional que acima referi, estive envolvido no treino de pilotos. De 2009 a 2012, trabalhei para a escola de aviação Aerocondor onde, para além de instrutor, estive sempre envolvido na área comercial.

Em 2013, na G Air, foi-me oferecida a posição de Deputy Head of Training, tendo-me tornado um dos responsáveis pela abertura da base de Ponte de Sor.

Com o desafio para integrar o projeto de criação da GFS, regresso ao treino, agora também com responsabilidades de cofundador e membro do conselho de administração da escola.

Gostaria muito de o ver num dos nossos open days e vir a tê-lo como nosso aluno.

Ciau,
Alberto

Pedro Cerveira Pinto

Membro do Conselho de Administração

Chamo-me Pedro e nasci em Lisboa. Tenho 36 anos de experiência de voo, e mais de 20.000 horas, em 130 diferentes tipos de aviões.

Comecei a minha carreira aeronáutica em 1982, quando me alistei na Força Aérea. A primeira experiência de voo foi num DHC-1 Chipmunk, seguida de um Cessna T-37 e um Lockheed T-33.

Fui depois designado como piloto de caças para o Esquadrão 303 “Tigres” na base das Lajes, nos Açores, onde voei o FIAT G-91.

Em 1987 terminei o meu estimulante percurso na Força Aérea e fui para a companhia de aviação portuguesa – TAP – como piloto. Desde então, tenho tido uma carreira de sucesso e, atualmente, sou comandante do Airbus 330/340. Ao longo de todos estes anos qualifiquei-me ainda como piloto do Boeing B727, Lockheed L1011, Airbus A310 e Airbus A319/320/321.

Voar está-me no sangue, por isso nos meus tempos livres continuo a voar, sejam aviões clássicos e históricos como os Boeing Stearman, Chipmunk e Antonov 2.

Continuo a manter proficiência em auto-gyros, planadores com motor, ultraleves, asa-delta, entre outros.

Sou igualmente um dedicado construtor Amador tendo até à presente data concluído a construção de 2 aeronaves – Rans S-10 e a Bradley Avenger.

Durante 10 anos fui responsável pelo treino e coordenação de MCC para jovens pilotos. Sou igualmente membro fundador e piloto da primeira patrulha civil acrobática portuguesa, os YAKSTARS. Nos anos de 2016 e 2018, em Lisboa e na Ponte de Sor, fiz parte das corridas aéreas, com o meu Yak 52

Carlos Santos

Chefe da Instrução Teórica

Carlos Santos licenciou-se em Pilotagem Aeronáutica pela Academia da Força Aérea Portuguesa em 1982, tendo concluído o tirocínio de voo na Força Aérea dos Estados Unidos (USAF-AFC), na Base Aérea de Laughlin AFB, Texas, em 1984.

Ao longo de cerca de 30 anos de serviço efetivo como Piloto-Aviador da Força Aérea, desenvolveu uma longa experiência como piloto de aviação de combate e como piloto instrutor de voo.

No plano organizacional desempenhou múltiplas funções de planeamento, direção e comando de operações aéreas táticas, das quais se destacam, entre outras, de Inspetor de Operações da Força Aérea, de Diretor de Operações no Comando da Força Aéreo em Monsanto e de Diretor do Centro Regional de Defesa Aérea do Sul da NATO em Nápoles, Itália.

No âmbito da aeronáutica civil desempenhou inicialmente  funções de administrador de uma empresa pública de aviação, dedicando-se seguidamente à area de instrução aeronáutica, como Diretor de Operações da EAA-Escola de Aviação Aerocondor/GAir (depois L3) e, mais recentemente, como Adjunto do Diretor de Instrução da mesma escola.

A aviação foi desde cedo uma das suas paixões e acredita que nesta atividade, tal como na vida, o talento não basta, os resultados só acontecem aos que se atrevem a percorrer o caminho dos desafios do contínuo aprofundamento de conhecimentos, com inabalável paixão, determinação e resiliência.

Nesse sentido, abraçou entusiasticamente a oportunidade de poder contribuir para a visão da GFS- Global Flight School e, desta forma, participar no desenvolvimento da orientação vocacional e formação de excelência para uma nova geração de profissionais aeronáuticos em Portugal

Vitor Laranjeira

Chefe dos Instrutores de Voo

Em 1971, com apenas 4 anos, fui morar para o bairro de Tires, ao lado da pista de aviação. Os meus brinquedos tinham uma escala verdadeira e faziam muito barulho, como os aviões dos filmes dessa época.

Durante os fins de semana e férias, o aeroclube de Portugal e os para-quedistas estavam no campo de aviação, e as crianças podiam brincar no jardim, ao lado em antigos aviões aí colocados para este propósito, como os F86 e os T6. Não descansei enquanto não arranjei um amigo no campo de aviação, um técnico de manutenção que me levou até o hangar onde os aviões estavam guardados. Anos mais tarde, tive oportunidade de conhecer o Coronel Vitor Brito e, de ouvir com atenção o que ele dizia sobre a aviação. Nunca esquecerei as suas palavras.

Em Agosto de 1989, comecei a minha vida na aeronáutica, na escola de aviação fundada pelo acima mencionado Coronel Vitor Brito, a Aerocondor. Primeiro desempenhei funções administrativas, sempre ligadas ao voo e ao treino, Em 1998, comecei o meu curso de piloto de linha aérea, que completei com sucesso no ano 2000.

Comecei então a minha carreira como piloto comercial, a voar táxis aéreos na Aerocondor, enquanto obtinha a minha qualificação de instrutor.

Em 2002, fiz várias qualificações tipo, como o DO228 e o SH36, e comecei a voar nas linhas aéreas regionais para a Aerocondor.

Mais tarde voei internacionalmente transporte de carga para a Fedex. Em 2005, comecei a voar como piloto de transporte aéreo na Europa e no norte de África com o ATR42/72, vindo mais tarde a qualificar-me no Airbus 320.

Com uma experiência de mais de 3.000 horas nestas várias atividades, decidi voltar para a Instrução a tempo inteiro o que, alias, realmente nunca tinha deixado completamente pois, trabalhava como instrutor nos meus tempos livre.

Em Outubro de 2018 fui convidado para me juntar ao projeto de criação da Global Flight School, como piloto chefe. Acredito muito neste projeto e

identifico-me tanto com o mesmo que desisti de 20 anos de carreira na Aerocondor, agora parte da L3 e, de todos os benefícios que daí advinham.

Pretendo ser amigo e mentor de todos os alunos, companheiro dos instrutores, uma referência para os colegas de todos os departamentos e um profissional creditado junto da Autoridade Aeronáutica Nacional.

Ao longo da minha vida instrui centenas de estudantes de vários continentes, culturas e religiões, com os quais mantenho até hoje uma saudável amizade. Quero contribuir para este desafio com todo o meu entusiasmo, e dar o melhor de mim enquanto instrutor.

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A GFS está aqui para te ajudar a concretizar esse sonho.